"O que é felicidade?", foi essa a pergunta que a professora fez aos alunos naquela tarde. Era só mais um exercício sem graça onde as crianças tinham que escrever as suas opiniões sobre o assunto.
Enquanto as crianças faziam o exercício, ela pensava no cara que a tinha dispensado na semana anterior...já estava com quase quarenta anos e não era casada, não conseguia encontrar alguém que a fizesse feliz, sua carreira não era das melhores, sonhava em ser escritora, mas há muito havia abandonado esse sonho e agora dava aulas de português...não que fosse uma coisa ruim...só não era o que queria de verdade.
Estava distraída quando percebeu um dos alunos ao seu lado.
- O que foi querido? Já acabou? - perguntou ela.
- Não professora, é que eu não sei direito o que escrever...
- Poxa, mas com um tema fácil como esse e não sabe?
- É...me ajuda? O que é felicidade pra você professora?
A mulher abriu a boca para responder, mas percebeu que não tinha uma resposta pronta...nesse momento, reparou que quase todos os alunos estavam olhando, esperando a sua resposta.
- Para mim... - começou ela - felicidade é conseguir realizar os nossos sonhos. - As crianças pareceram meio desapontadas com a sua resposta, e ela própria sabia que fora uma resposta vazia, evasiva, mais preocupada em mostrar algo aos alunos do que à responder verdadeiramente a questão.
Quando todos haviam terminado e o sinal havia tocado, ela permaneceu na sala de aula, lendo os pequenos textos produzidos pelos seus alunos. E foi lendo que ela percebeu o quanto a maturidade deturpa a visão do ser humano. As crianças são muito simples, e sabem exatamente o que as faz feliz, enquanto os adultos tendem a complicar as coisas, e procuram um sentido maior onde simplesmente não há o que procurar.
Quase aos quarenta, seus alunos a fizeram perceber, que a felicidade não é um estado que se alcança, é um momento que se vive. Quando crescemos, tentamos correr atrás da felicidade, procurando uma maneira de ser feliz, e não vivemos os momentos felizes. Esquecemos que a felicidade está em viver os momentos mais simples.
E quando ela percebeu tudo isso...chorou.
E pra você? O que é felicidade?
Sejam bem vindos à caverna do Eremita. Aqui eu vou falar um pouco de tudo que eu gosto; livros, filmes, seriados, fotos, jogos e várias outras coisas que entrarão nessa lista. Espero que gostem do Blog e que voltem sempre.
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Felicidade
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Textos
domingo, 11 de novembro de 2012
"Crônicas Saxônicas"
Mais um livro de Bernard Cornwell que vem para o meu blog, e mais uma vez, o autor me surpreende. Para ser sincero, quando li a resenha do livro não me interessei muito, e mesmo sendo de um dos meus autores favoritos esperei um tempo para lê-lo. Não me interessei porque nunca havia ouvido falar do Rei Alfredo, o homem que começou a unificação da Inglaterra, mas tenho que afirmar, que conforme fui lendo me interessei cada vez mais pela história.
Nessa coleção, até agora composta por por seis livros, Bernard Cornwell conta a história de Uthred, um saxão que herdaria terras e a fortaleza de Bebbanburg na Nortúmbria, mas o destino é inexorável, e as terras da Nortúmbria foram atacadas pelos dinamarqueses, que mataram seu pai e o tomaram como cativo.
Uthred é criado pelos guerreiros dinamarqueses, e descobre que seu tio usurpou o seu título de earl (Lord), governa a Bebbanburg e o quer morto, mas esse não é o maior de seus problemas.
Bernard deixa clara que há uma guerra, que se dá por dois lados, por um há o confronto direto entre dinamarqueses e saxões, mas do outro, está uma batalha muito mai difícil de se travar, uma luta ideológica entre os pagãos, que cultuam os antigos deuses nórdicos, e os cristãos que crescem espantosamente por toda a Europa.
No sul, Alfredo surge como um príncipe devoto ao cristianismo, e proposto à expulsar todos os inimigos pagãos de todas as terras saxãs. Por obras do destino, Uthred se vê servindo a esse homem, e mesmo que os dois se odeiem, alianças são necessárias para que os objetivos dos dois se concretizem.
O rei cristão e o guerreiro pagão, quem desses dois homens irá conseguir alcançar seus objetivos? O que essa aliança tão incomum traz de bom para os dois lados? Será que a disputa ideológica entre as religiões irá sobrepujar a guerra travada nos campos de batalha? Se quiser saber, vai ter que ler!
Bom, comentários à parte só para terem uma ideia do quão bom é o livro, eu comecei a ler o primeiro livro na segunda feira, e terminei na quinta, na sexta de manhã eu comecei o segundo e terminei no mesmo dia. Ontem a noite comecei o terceiro e já estou quase na metade...bom tirem suas conclusões.
Nessa coleção, até agora composta por por seis livros, Bernard Cornwell conta a história de Uthred, um saxão que herdaria terras e a fortaleza de Bebbanburg na Nortúmbria, mas o destino é inexorável, e as terras da Nortúmbria foram atacadas pelos dinamarqueses, que mataram seu pai e o tomaram como cativo.
Uthred é criado pelos guerreiros dinamarqueses, e descobre que seu tio usurpou o seu título de earl (Lord), governa a Bebbanburg e o quer morto, mas esse não é o maior de seus problemas.
Bernard deixa clara que há uma guerra, que se dá por dois lados, por um há o confronto direto entre dinamarqueses e saxões, mas do outro, está uma batalha muito mai difícil de se travar, uma luta ideológica entre os pagãos, que cultuam os antigos deuses nórdicos, e os cristãos que crescem espantosamente por toda a Europa.
No sul, Alfredo surge como um príncipe devoto ao cristianismo, e proposto à expulsar todos os inimigos pagãos de todas as terras saxãs. Por obras do destino, Uthred se vê servindo a esse homem, e mesmo que os dois se odeiem, alianças são necessárias para que os objetivos dos dois se concretizem.
O rei cristão e o guerreiro pagão, quem desses dois homens irá conseguir alcançar seus objetivos? O que essa aliança tão incomum traz de bom para os dois lados? Será que a disputa ideológica entre as religiões irá sobrepujar a guerra travada nos campos de batalha? Se quiser saber, vai ter que ler!
Bom, comentários à parte só para terem uma ideia do quão bom é o livro, eu comecei a ler o primeiro livro na segunda feira, e terminei na quinta, na sexta de manhã eu comecei o segundo e terminei no mesmo dia. Ontem a noite comecei o terceiro e já estou quase na metade...bom tirem suas conclusões.
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Livros
"O Imperador"
Bom, primeiramente gostaria de pedir desculpas pela minha ausência no blog, mas é que realmente não tenho tido muito tempo para escrever, mas vamos ao que importa.
Durante os últimos meses estive lendo a coleção "O Imperador" de Conn Iggulden, e só posso dizer que mais uma vez fiquei muito satisfeito com o que li. A série é composta por quatro livros, "Os Portões de Roma", "A Morte dos Reis", "Campo de Espadas" e "Os Deuses da Guerra".
O autor narra a história de Júlio César, um dos maiores nomes da história antiga, desde a sua infância, passando por suas grandes conquistas, até a sua morte.
A narrativa de Conn Iggulden em seu primeiro romance histórico, mostra o potencial escondido em sua escrita, desde as primeiras páginas, o autor nos prende ao livro, nos aproximando dos personagens, e trazendo o ambiente de uma Roma hostil à nossa imaginação.
Roma, lar de grandes imperadores, generais e comerciantes, é também palco central da política, corrupção, disputas por poder e da ambição de homens poderosos, e mais do que isso, agora também é lar de Caio Júlio César.
A história começa a se desenvolver na infância de Caio (nome de Júlio na infância), onde o garoto vivia com sua família e com o seu melhor amigo Marco. Após alguns incidentes, Caio vai morar com seu tio Mário, um grande general romano, que ambiciona tornar-se cônsul de Roma, e assim, começa a vida política de Júlio César. Expulso de Roma pelo ditador Sila, o garoto torna-se um homem, com uma habilidade sem igual de persuasão e oratória, um exímio guerreiro com ótimas percepções de guerra, capaz de transformar meros pescadores em soldados e comandar legiões. Seu amigo Marco (agora Brutus), torna-se o melhor guerreiro de toda a Roma, e braço direito de Júlio.
Grande conquistador, Júlio se inspirava em Alexandre o Grande, e durante a sua vida, pacificou a Espanha, conquistou a Gália, derrotou inúmeros generais inimigos, suplantou revoltas em todo o território romano e tentou formar um império unificado com o Egito.
Por trás do senado, seu nome era sussurrado com respeito, com medo, e o povo o aclamava, mas os jogos políticos não são fáceis, e para isso Júlio mergulha com afinco nesse jogo, formando alianças inimagináveis, capazes de liquidar qualquer adversário do senado, mas com o poder...vem a ambição, e Roma não perdoa os homens ambiciosos.
Todos os livros são ótimos, e eu indico a qualquer um que queira entender um pouco mais sobre a história desse general incrível que leia, porque mesmo sendo um livro de ficção, Conn nos apresenta no final de cada livro, notas históricas, que explicam o que na história é real, e o que é ficção, deixando claro que não é apenas um livro escrito a partir de ideias, mas sim de muito tempo de pesquisa sobre o assunto.
Durante os últimos meses estive lendo a coleção "O Imperador" de Conn Iggulden, e só posso dizer que mais uma vez fiquei muito satisfeito com o que li. A série é composta por quatro livros, "Os Portões de Roma", "A Morte dos Reis", "Campo de Espadas" e "Os Deuses da Guerra".
O autor narra a história de Júlio César, um dos maiores nomes da história antiga, desde a sua infância, passando por suas grandes conquistas, até a sua morte.
A narrativa de Conn Iggulden em seu primeiro romance histórico, mostra o potencial escondido em sua escrita, desde as primeiras páginas, o autor nos prende ao livro, nos aproximando dos personagens, e trazendo o ambiente de uma Roma hostil à nossa imaginação.
Roma, lar de grandes imperadores, generais e comerciantes, é também palco central da política, corrupção, disputas por poder e da ambição de homens poderosos, e mais do que isso, agora também é lar de Caio Júlio César.
A história começa a se desenvolver na infância de Caio (nome de Júlio na infância), onde o garoto vivia com sua família e com o seu melhor amigo Marco. Após alguns incidentes, Caio vai morar com seu tio Mário, um grande general romano, que ambiciona tornar-se cônsul de Roma, e assim, começa a vida política de Júlio César. Expulso de Roma pelo ditador Sila, o garoto torna-se um homem, com uma habilidade sem igual de persuasão e oratória, um exímio guerreiro com ótimas percepções de guerra, capaz de transformar meros pescadores em soldados e comandar legiões. Seu amigo Marco (agora Brutus), torna-se o melhor guerreiro de toda a Roma, e braço direito de Júlio.
Grande conquistador, Júlio se inspirava em Alexandre o Grande, e durante a sua vida, pacificou a Espanha, conquistou a Gália, derrotou inúmeros generais inimigos, suplantou revoltas em todo o território romano e tentou formar um império unificado com o Egito.
Por trás do senado, seu nome era sussurrado com respeito, com medo, e o povo o aclamava, mas os jogos políticos não são fáceis, e para isso Júlio mergulha com afinco nesse jogo, formando alianças inimagináveis, capazes de liquidar qualquer adversário do senado, mas com o poder...vem a ambição, e Roma não perdoa os homens ambiciosos.
Todos os livros são ótimos, e eu indico a qualquer um que queira entender um pouco mais sobre a história desse general incrível que leia, porque mesmo sendo um livro de ficção, Conn nos apresenta no final de cada livro, notas históricas, que explicam o que na história é real, e o que é ficção, deixando claro que não é apenas um livro escrito a partir de ideias, mas sim de muito tempo de pesquisa sobre o assunto.
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Livros
terça-feira, 24 de julho de 2012
Insônia latente
Insônia latente
É incrível como a noite, pura e simplesmente traz à tona os desejos mais profundos e as vezes até inconscientes de uma pessoa. Sempre que nos deitamos sozinhos, no escuro, os sentimentos se arrastam para fora, como formas indistintas, sombras que vagam em busca de algum tipo de luz para iluminá-las, em busca de compreensão.
Às vezes lutamos contra essas sombras, mas não há o que fazer, não têm corpos físicos...são apenas sentimentos, tentando nos estrangular com suas mãos invisíveis enquanto dormimos...logo, ficamos acordados, enfrentando as sombras uma por uma, enquanto esperamos que as primeiras luzes apareçam e as varram para longe.
O problema é que a noite é cruel, ela faz questão de cada segundo de que dispõe, e nos prende nessa luta interminável, até que atingimos um certo nível de cansaço mental, que deixa as sombras tomarem conta da nossa mente...as vezes os sentimentos são tantos, que chegam a transbordar pelos olhos...que acabam por desistir da luta, e adormecem ainda úmidos.
E são nesses momentos, que dispomos das poucas oportunidades de ser o que realmente somos, sem ter que nos esconder do que sentimos ou ter medo do que aconteceria se...mas, o dia acaba por chegar. Afastando as sombras, que afinal não eram tão más, que só queriam nos mostrar que ainda existe esperança, e eram mais quentes que a manhã cinzenta que surge na janela, mas agora é tarde, as sombras voltam para a parte mais profunda dos nossos corpos, e lá permanecem, até voltarmos a deitar, ou...até que eu volte a te encontrar.
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terça-feira, 22 de maio de 2012
Ponto de Vista
Ponto de vista
A garota fica olhando pela janela, enquanto velozes gotículas correm toda a extensão do vidro à sua frente. Deixa as costas de uma das mãos encostar de leve no vidro, e estremece ao sentir o frio morder-lhe a pele. Os raios cruzam os céus em uma batalha violenta contra a terra, castigando-a de tal modo que por inúmeras vezes a noite chega a confundir-se com o dia. O som de um pequeno rádio de pilhas que se encontra perto do parapeito perde-se em meio aos trovões.
Ela deixa a cabeça pender, encostando a testa na janela, e mais uma vez, seu corpo estremece por causa do frio. Nunca teve medo da chuva, nem de trovões, mas aquela não era uma tempestade qualquer, cada raio parecia cair mais perto, e cada trovão ribombava em seus tímpanos com tanta força que ela já escutava um pequeno zumbido contínuo e ligeiramente irritante.
Mesmo dali, ela podia sentir um cheiro suave de comida vindo da cozinha, seu estômago roncou, mas ela não podia fazer nada, tinha que esperar…não podia tirar os olhos da janela.
A chuva continuava, agora a água corria na rua da frente, descendo como rios. Os carros passavam rapidamente e espirravam um misto de água e lama na janela. Ela levou a mão ao vidro mais uma vez, não queria parar de olhar, ela tinha que ter esperança. O frio começava a incomodá-la, sentia-se uma presa fácil parada ali daquela maneira.
O cheiro de comida foi ficando mais forte, e a sua obstinação mais fraca, ela não queria mais esperar. Começou a sentir-se letárgica, o frio pareceu ir diminuindo aos poucos, e um sono muito reconfortante começou a embalar o seu corpo. Quando estava quase dormindo eles chegaram.
Era uma família completa, um casal com um filho, que devia ser um pouco mais novo que ela. Eles não a viram rapidamente como ela esperava, mas sentaram-se à mesa que ela estivera observando dali, do lado de fora. Viu quando eles fizeram uma oração, agradecendo pela comida, ou podia ser um simples delírio causado pelo frio. Tentou mais uma vez limpar o vidro que estava ligeiramente baço por causa da lama, e foi quando os três olharam para ela.
Por um momento, que pareceu uma eternidade os olhares dos quatro se cruzaram, os seus imploravam por piedade, o dos três pediam desculpas.Não, na verdade só os do casal pediam desculpas os olhos do garoto mostravam dúvida, ele não compreendia o que aquela garota mal vestida estava fazendo ali, do lado de fora da sua casa, completamente encharcada e tremendo de frio. Seus olhos iam dos da garota para os dos pais, mas eles estavam calados.
Ele levantou-se correndo com seu prato feito nas mãos, o pai gritou alguma coisa sobre ser inútil, e a mãe abaixou a cabeça.
A garota já não conseguia pensar, pra onde ele tinha ido? Ele estava demorando…deve ter ido comer no quarto, pra não ter que ficar me olhando…
A porta da frente da casa abriu e o garoto veio sozinho, segurava um guarda-chuva colorido e cheio de bonecos entre o pescoço e o ombro, o seu prato de comida e um cobertor com os mesmos bonecos do guarda-chuva.
- Toma, é pra você. – disse numa vozinha fraca, que mal se fez ouvir entre os trovões.
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Textos
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
O Meme Literário de um mês - Dia 31
Qual o livro que você leu esse ano que você mais gostou?
( Fale sobre ele)
Acho que o livro que eu mais gostei esse ano foi "A Tormenta de Espadas" que é o terceiro livro da série das "Crônicas de Gelo e Fogo" foi o livro que mais me prendeu, e mesmo tendo 840 páginas eu terminei ele em menos de uma semana...cheguei a virar uma noite inteira lendo e só percebi quando vi que já estava sol...Ele tem tudo o que faltou o segundo volume da série, acontecem muitas coisas que deixam o livro super interessante.
( Fale sobre ele)
Acho que o livro que eu mais gostei esse ano foi "A Tormenta de Espadas" que é o terceiro livro da série das "Crônicas de Gelo e Fogo" foi o livro que mais me prendeu, e mesmo tendo 840 páginas eu terminei ele em menos de uma semana...cheguei a virar uma noite inteira lendo e só percebi quando vi que já estava sol...Ele tem tudo o que faltou o segundo volume da série, acontecem muitas coisas que deixam o livro super interessante.
domingo, 30 de outubro de 2011
O Meme Literário de um mês - Dia 30
Qual foi o último livro que você comprou?
(Fale sobre ele)
Na verdade eu comprei dois livros, como eu disse no post de ontem, descobri um sebo na minha cidade e acabei comprando dois livros, "O Germinal" de Émile Zola e "Espártaco" de Howard Fast.
"O Germinal" é um livro de 1855 e fortemente naturalista, mostra o lado animal do ser humano, que se deixa levar por suas vontades.
(Fale sobre ele)
Na verdade eu comprei dois livros, como eu disse no post de ontem, descobri um sebo na minha cidade e acabei comprando dois livros, "O Germinal" de Émile Zola e "Espártaco" de Howard Fast.
"O Germinal" é um livro de 1855 e fortemente naturalista, mostra o lado animal do ser humano, que se deixa levar por suas vontades.
Bom e "Espártaco" é um livro de ficção histórica de 1952 sobre a vida de um escravo, gladiador, que se revolta com a sua condição e faz uma das maiores revoluções escravas de que Roma já ouviu falar.
Poesia prometida.
Bom, como eu havia prometido, aqui está a poesia do meu bisavô, Wellington Gouvêia Lima.
Quem Sou?
Às vezes, no meu caminho,
Vou meditando sozinho,
Sobre o que sou nesse mundo...
E caminhando a esmo,
Vou perguntando a mim mesmo:
Sou um vil? Um vagabundo?...
...e não me vem, prontamente,
Uma resposta consciente,
Para o meu bem social...
E nesta vã caminhada,
Eu alcanço a encruzilhada,
Incerta, bruta e fatal.
Duvidosa é a minha vida;
Sou a ramagem estendida,
Sobre um velho gibatão...
Que, para ela, só resta,
No coração da floresta,
Dar sombras à solidão.
Sou o sol que nos aquece,
Sou como alguém que padece;
Duvidoso, alguém me fez...
Sou como o mar que se agita,
Sou como a praia bonita,
"Um dualismo, talvez."
Sou a ingrime montanha,
Que desafia a façanha,
De quem, dela, alcança o cume...
Sou dela, o mato orvalhado,
Que esconde o tigre malhado,
Deitado sobre o tapume.
Sou a pedra gigantesca,
Milenar, alta e grotesca,
No leito da grota fria...
Que rolou sem piedade,
Ao sabor da tempestade,
Quando a floresta dormia.
Confesso, também, ser manso,
Oro a Deus e me descanso
Do meu viver agitado...
Durmo tranquilo e sereno,
Do mundo nada condeno;
Não sei se sou condenado.
Sou um velho ninho despido,
Esfacelado e perdido
Num galho esguio do mato...
Cuja rola distraída,
Chocando, perdeu a vida,
Nas finas unhas de um gato.
Quem sou eu? pergunto ainda,
Na indecisão que não finda
Em torno do meu viver...
Talvez, alguém que não sinta
E, que talvez, não consinta,
Considerar-lhe extra ser.
No pomar da minha vida,
Sou roseira florida;
Sou a abelha e o beija-flor...
Sou o perfume das rosas,
Que bonitas e formosas,
São fragmentos do amor.
Imensamente fingido,
Sou como o ar poluído
Que rouba a vida da gente...
Sou valente e malcriado,
Sou veneno guardado
Na bolsa de uma serpente.
É neste meu dualismo,
Que percebo eterno abismo,
Onde mora a maldição...
Sou filho eterno da lua;
Noturno dono da rua,
Vivendo na solidão.
Mas, contudo, não sou louco;
De tudo, possuo um pouco;
Sou capaz até de amar...
Meu coração já palpita,
Querendo graça infinita
E um Deus pra perdoar.
Quem sabe, se muito breve,
Vem chegando, assim de leve,
No meu caminho sem luz...
Uma palavra bonita,
Com muita graça infinita,
Simbolizando Jesus?...
Talvez, assim, minha vida,
Por demais, controvertida,
Ao sabor de uma oração...
Possa ter a primazia,
De, em vez de nostalgia,
Ter Jesus no coração.
Mas, a vida é uma fumaça...
Conforme o vento, ela passa
Vagarosa ou apressada...
Acompanha o meu cansaço;
Desaparece no espaço,
Depois, lembranças... mais nada.
Sou um ser capaz de tudo...
Nos meus atos, fico mudo,
Mergulhado em ironias...
No meu delírio profundo,
Perco a calma e esqueço o mundo,
Envolvido em agonias.
Quero banir desta vida,
Todas as letras fingidas
Que compõem a maldição...
Mas, banirei com cuidado,
Para não haver riscado
O "M" da minha mão.
Sou o rolar da cascata,
Sou o silêncio da mata
E co cantar do rouxinol...
Sou a fria madrugada,
Que agasalha a passarada
E, depois, a expõe ao sol.
Sou a serpente maldita,
Simbolizando a desdita,
Sobre o noturno sereno...
Que, gigante e traiçoeira,
Procura sempre a maneira
De aplicar o seu veneno.
Mas, também, sou carinhoso;
Calmo, gentil e manhoso,
Delicado e humilde, até...
Peço a Deus pelo coitado,
Não posso ver humilhado,
Quem é bom e, em Deus, tem fé.
Dia e noite ando na rua:
Vejo o sol...contemplo a lua
E admiro o céu, também...
Vejo, depois a beleza
Desta linda natureza,
Que alcança longe... o além
Sou como o galo que canta,
Bate asa e se levanta,
Deixando, cedo, o poleiro...
Que, o adversário, devora,
Aplicando a sua espora
Em defesa do terreiro.
Já me disseram um dia,
Que essa minha nostalgia,
É de poeta profundo...
Mas, neste imenso universo,
Quem sou eu pra fazer verso
Capaz de empolgar o mundo?...
Sou como o leito do rio,
Profundo, extenso e sombrio;
Que aceita tudo que vem...
Que sente as águas correndo
E, no seu leito, crescendo,
Tem vida e morte, também.
Meus versos, sem estribilhos,
Transformados em sextilhos
Definem, bem, quem sou eu...
Sou velha planta despida,
Que parece não ter vida
Mas, que também, não morreu.
Então, encerro exclamando
Sem sorrir - talvez chorando -
Os lances que foram meus...
Despedir, me foi preciso:
Adeus, passando indeciso!...
Adeus, lembranças!... Adeus.
Wellington Gouvêia Lima
Pronto, espero que tenham gostado!
Quem Sou?
Às vezes, no meu caminho,
Vou meditando sozinho,
Sobre o que sou nesse mundo...
E caminhando a esmo,
Vou perguntando a mim mesmo:
Sou um vil? Um vagabundo?...
...e não me vem, prontamente,
Uma resposta consciente,
Para o meu bem social...
E nesta vã caminhada,
Eu alcanço a encruzilhada,
Incerta, bruta e fatal.
Duvidosa é a minha vida;
Sou a ramagem estendida,
Sobre um velho gibatão...
Que, para ela, só resta,
No coração da floresta,
Dar sombras à solidão.
Sou o sol que nos aquece,
Sou como alguém que padece;
Duvidoso, alguém me fez...
Sou como o mar que se agita,
Sou como a praia bonita,
"Um dualismo, talvez."
Sou a ingrime montanha,
Que desafia a façanha,
De quem, dela, alcança o cume...
Sou dela, o mato orvalhado,
Que esconde o tigre malhado,
Deitado sobre o tapume.
Sou a pedra gigantesca,
Milenar, alta e grotesca,
No leito da grota fria...
Que rolou sem piedade,
Ao sabor da tempestade,
Quando a floresta dormia.
Confesso, também, ser manso,
Oro a Deus e me descanso
Do meu viver agitado...
Durmo tranquilo e sereno,
Do mundo nada condeno;
Não sei se sou condenado.
Sou um velho ninho despido,
Esfacelado e perdido
Num galho esguio do mato...
Cuja rola distraída,
Chocando, perdeu a vida,
Nas finas unhas de um gato.
Quem sou eu? pergunto ainda,
Na indecisão que não finda
Em torno do meu viver...
Talvez, alguém que não sinta
E, que talvez, não consinta,
Considerar-lhe extra ser.
No pomar da minha vida,
Sou roseira florida;
Sou a abelha e o beija-flor...
Sou o perfume das rosas,
Que bonitas e formosas,
São fragmentos do amor.
Imensamente fingido,
Sou como o ar poluído
Que rouba a vida da gente...
Sou valente e malcriado,
Sou veneno guardado
Na bolsa de uma serpente.
É neste meu dualismo,
Que percebo eterno abismo,
Onde mora a maldição...
Sou filho eterno da lua;
Noturno dono da rua,
Vivendo na solidão.
Mas, contudo, não sou louco;
De tudo, possuo um pouco;
Sou capaz até de amar...
Meu coração já palpita,
Querendo graça infinita
E um Deus pra perdoar.
Quem sabe, se muito breve,
Vem chegando, assim de leve,
No meu caminho sem luz...
Uma palavra bonita,
Com muita graça infinita,
Simbolizando Jesus?...
Talvez, assim, minha vida,
Por demais, controvertida,
Ao sabor de uma oração...
Possa ter a primazia,
De, em vez de nostalgia,
Ter Jesus no coração.
Mas, a vida é uma fumaça...
Conforme o vento, ela passa
Vagarosa ou apressada...
Acompanha o meu cansaço;
Desaparece no espaço,
Depois, lembranças... mais nada.
Sou um ser capaz de tudo...
Nos meus atos, fico mudo,
Mergulhado em ironias...
No meu delírio profundo,
Perco a calma e esqueço o mundo,
Envolvido em agonias.
Quero banir desta vida,
Todas as letras fingidas
Que compõem a maldição...
Mas, banirei com cuidado,
Para não haver riscado
O "M" da minha mão.
Sou o rolar da cascata,
Sou o silêncio da mata
E co cantar do rouxinol...
Sou a fria madrugada,
Que agasalha a passarada
E, depois, a expõe ao sol.
Sou a serpente maldita,
Simbolizando a desdita,
Sobre o noturno sereno...
Que, gigante e traiçoeira,
Procura sempre a maneira
De aplicar o seu veneno.
Mas, também, sou carinhoso;
Calmo, gentil e manhoso,
Delicado e humilde, até...
Peço a Deus pelo coitado,
Não posso ver humilhado,
Quem é bom e, em Deus, tem fé.
Dia e noite ando na rua:
Vejo o sol...contemplo a lua
E admiro o céu, também...
Vejo, depois a beleza
Desta linda natureza,
Que alcança longe... o além
Sou como o galo que canta,
Bate asa e se levanta,
Deixando, cedo, o poleiro...
Que, o adversário, devora,
Aplicando a sua espora
Em defesa do terreiro.
Já me disseram um dia,
Que essa minha nostalgia,
É de poeta profundo...
Mas, neste imenso universo,
Quem sou eu pra fazer verso
Capaz de empolgar o mundo?...
Sou como o leito do rio,
Profundo, extenso e sombrio;
Que aceita tudo que vem...
Que sente as águas correndo
E, no seu leito, crescendo,
Tem vida e morte, também.
Meus versos, sem estribilhos,
Transformados em sextilhos
Definem, bem, quem sou eu...
Sou velha planta despida,
Que parece não ter vida
Mas, que também, não morreu.
Então, encerro exclamando
Sem sorrir - talvez chorando -
Os lances que foram meus...
Despedir, me foi preciso:
Adeus, passando indeciso!...
Adeus, lembranças!... Adeus.
Wellington Gouvêia Lima
Pronto, espero que tenham gostado!
O Herói Perdido
Mais um ótimo livro de Rick Riordan.
Essa é a nova série do escritor, dando continuação à saga de Percy Jackson.
Na série "Os Heróis do Olimpo", três personagens novos acabam por chegar ao acampamento meio-sangue, eles são Jason, Piper e Leo. Os novos heróis chegam em um momento de crise no acampamento, o semi-deus mais famoso do acampamento está desaparecido. Sim, galera isso mesmo, Percy Jackson desapareceu repentinamente do acampamento.
Jason é o novo protagonista desse livro, um garoto que aparece misteriosamente e que não lembra do seu passado, mas que em vários momentos mostra saber muito sobre mitologia...só que mitologia romana.
Nesse livro, os semi-deuses terão que procurar pela deusa Hera, que desapareceu e está sendo mantida refém dos gigantes que começam a renascer, mas não são eles os seus inimigos mais poderosos, uma força superior até mesmo à dos deuses do Olimpo parece estar se reerguendo das profundezas da terra
De onde será que esse garoto veio? Onde está o nosso antigo herói? Será que eles serão capazes de confrontar esses novos inimigos?
Se quiser saber leia XD
Essa é a nova série do escritor, dando continuação à saga de Percy Jackson.
Na série "Os Heróis do Olimpo", três personagens novos acabam por chegar ao acampamento meio-sangue, eles são Jason, Piper e Leo. Os novos heróis chegam em um momento de crise no acampamento, o semi-deus mais famoso do acampamento está desaparecido. Sim, galera isso mesmo, Percy Jackson desapareceu repentinamente do acampamento.
Jason é o novo protagonista desse livro, um garoto que aparece misteriosamente e que não lembra do seu passado, mas que em vários momentos mostra saber muito sobre mitologia...só que mitologia romana.
Nesse livro, os semi-deuses terão que procurar pela deusa Hera, que desapareceu e está sendo mantida refém dos gigantes que começam a renascer, mas não são eles os seus inimigos mais poderosos, uma força superior até mesmo à dos deuses do Olimpo parece estar se reerguendo das profundezas da terra
De onde será que esse garoto veio? Onde está o nosso antigo herói? Será que eles serão capazes de confrontar esses novos inimigos?
Se quiser saber leia XD
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Livros
sábado, 29 de outubro de 2011
O Meme Literário de um mês - Dia 29
Quantos livros em média você costuma comprar por mês?
(Você costuma comprar livros em sebos, ou prefere as livrarias? Compra muito pela internet?)
Eu devo comprar em média uns dois livros por mês, sempre comprei muito pela internet, porque onde eu moro as livrarias "metem a mão" os livros são muito caros, então a internet sempre foi uma saída, e por incrível que pareça, foi essa semana que eu descobri um sebo na minha cidade. E não é novo, já tem a uns bons 20 anos eu acho, mas como de costume eu nunca percebo essas coisas...e acabei comprando dois livros lá antes de ontem!
O Meme Literário de um mês - Dia 28
O que você faz quando encontra uma palavra que não conhece durante a leitura?
(Para para procurar no dicionário? Anota para procurar depois? ou tenta deduzir seu significado pelo contexto?)
Eu costumo deduzir, mas quando não tenho ideia, ou realmente nunca ouvi / vi a palavra eu pergunto pra alguém, se não souberem procuro em um dicionário.
(Para para procurar no dicionário? Anota para procurar depois? ou tenta deduzir seu significado pelo contexto?)
Eu costumo deduzir, mas quando não tenho ideia, ou realmente nunca ouvi / vi a palavra eu pergunto pra alguém, se não souberem procuro em um dicionário.
O Meme Literário de um mês - Dia 27
Você costuma fazer anotações enquanto lê?
(Se sim, onde? A ideia de fazer anotações no próprio livro lhe assusta?)
Eu nunca escrevi enquanto lia, mas agora estou com vontade de começar a fazer isso, provavelmente vou comprar um caderno pra poder fazer isso. Sim a ideia de escrever no próprio livro me assusta, o livro já vem com tudo que é preciso escrito nele, não gosto de pegar um livro todo rabiscado pra ler...a única coisa que eu faço em todos os meus livros é escrever o meu nome na primeira folha dele, mais nada.
(Se sim, onde? A ideia de fazer anotações no próprio livro lhe assusta?)
Eu nunca escrevi enquanto lia, mas agora estou com vontade de começar a fazer isso, provavelmente vou comprar um caderno pra poder fazer isso. Sim a ideia de escrever no próprio livro me assusta, o livro já vem com tudo que é preciso escrito nele, não gosto de pegar um livro todo rabiscado pra ler...a única coisa que eu faço em todos os meus livros é escrever o meu nome na primeira folha dele, mais nada.
O Meme Literário de um mês - Dia 26
Qual o maior (em número de páginas) livros que você já leu?
( Quanto tempo demorou? Fale sobre ele.)
Então, o maior livro que eu já li foi o volume único do "Senhor dos Anéis". (acabei de lembrar uma coisa em relação a resposta de ontem, eu também tenho esse livro volume único e tenho as versões separadas, primeiro eu comprei o volume único, que foi o que eu li, e depois ganhei as versões separadas, e adorei, porque o livro fica com várias dobras na lombada, e fica feio...) O livro tem cerca de 1200 páginas e bom o que eu posso dizer sobre ele...é Tolkien...é Senhor dos Anéis...acho que isso basta né? haauihaiaiuaui
( Quanto tempo demorou? Fale sobre ele.)
Então, o maior livro que eu já li foi o volume único do "Senhor dos Anéis". (acabei de lembrar uma coisa em relação a resposta de ontem, eu também tenho esse livro volume único e tenho as versões separadas, primeiro eu comprei o volume único, que foi o que eu li, e depois ganhei as versões separadas, e adorei, porque o livro fica com várias dobras na lombada, e fica feio...) O livro tem cerca de 1200 páginas e bom o que eu posso dizer sobre ele...é Tolkien...é Senhor dos Anéis...acho que isso basta né? haauihaiaiuaui
O Meme Literário de um mês - Dia 25
Tem algum livro que você tenha mais de uma edição do mesmo?
( Se Sim, por que?)
Bom, eu tenho sim alguns livros iguais de diferentes edições, tenho o último livro do Harry Potter em inglês, todos os livros das Crônicas de Gelo e Fogo também em inglês. E tenho alguns livros que são de Portugal.
Explicação: os livros em inglês que eu tenho são frutos da minha falta de paciência. Se eu estiver lendo um livro, que eu goste e tiver uma continuação que eu saiba que vá demorar a ser lançado aqui no Brasil eu compro em inglês mesmo. Eu consigo ler, demoro muito mais tempo, porque tenho que ler com um dicionário do lado, porque meu inglês está bem enferrujado, mas leio...
Os livros de Portugal são livros que geralmente meu pai compra pra mim lá em portugal, e algumas vezes ganho o mesmo livro aqui no Brasil.
( Se Sim, por que?)
Bom, eu tenho sim alguns livros iguais de diferentes edições, tenho o último livro do Harry Potter em inglês, todos os livros das Crônicas de Gelo e Fogo também em inglês. E tenho alguns livros que são de Portugal.
Explicação: os livros em inglês que eu tenho são frutos da minha falta de paciência. Se eu estiver lendo um livro, que eu goste e tiver uma continuação que eu saiba que vá demorar a ser lançado aqui no Brasil eu compro em inglês mesmo. Eu consigo ler, demoro muito mais tempo, porque tenho que ler com um dicionário do lado, porque meu inglês está bem enferrujado, mas leio...
Os livros de Portugal são livros que geralmente meu pai compra pra mim lá em portugal, e algumas vezes ganho o mesmo livro aqui no Brasil.
O Meme Literário de um mês - Dia 24
Você lê um livro por vez ou gosta de alternar a leitura em dois ou mais livros?
Eu tenho o costume de ler mais de um livro de cada vez, as vezes eu canso de um ai tenho sempre o outro pra poder pegar, muitas vezes releio livros como segunda opção, e já cheguei a ler quatro livros ao mesmo tempo, mas não deu muito certo, tive que parar com a leitura de um deles, pois a leitura não estava fluindo.
Eu gosto disso... as vezes deixo um livro na minha casa e outro na casa do meu pai, caso eu esqueça de levar alguma coisa pra ler, sempre tenho algum livro por perto.
Eu tenho o costume de ler mais de um livro de cada vez, as vezes eu canso de um ai tenho sempre o outro pra poder pegar, muitas vezes releio livros como segunda opção, e já cheguei a ler quatro livros ao mesmo tempo, mas não deu muito certo, tive que parar com a leitura de um deles, pois a leitura não estava fluindo.
Eu gosto disso... as vezes deixo um livro na minha casa e outro na casa do meu pai, caso eu esqueça de levar alguma coisa pra ler, sempre tenho algum livro por perto.
O Meme Literário de um mês - Dia 23
Você costuma ler e-books?
(Ou prefere o om e velho livro de papel? Por que?)
Ahh, eu não gosto de e-book...me da dor de cabeça ficar lendo no computador, e eu amo os livros, as capas. Sentir o peso deles, cheirar o papel...é muito bom não tem como.
(Ou prefere o om e velho livro de papel? Por que?)
Ahh, eu não gosto de e-book...me da dor de cabeça ficar lendo no computador, e eu amo os livros, as capas. Sentir o peso deles, cheirar o papel...é muito bom não tem como.
O Meme Literário de um mês - Dia 22
Cite um ou dois livros com títulos que você acha interessante
(você costuma escolher livros pelo título?)
Eu não costumo escolher o livro pelos títulos, quase sempre escolho pela capa huaiuhaiuhahuai...enfim, um dos poucos que comprei pelo conjunto capa e título foi "Os Homens que não Amavam as Mulheres".
(você costuma escolher livros pelo título?)
Eu não costumo escolher o livro pelos títulos, quase sempre escolho pela capa huaiuhaiuhahuai...enfim, um dos poucos que comprei pelo conjunto capa e título foi "Os Homens que não Amavam as Mulheres".
O Meme Literário de um mês - Dia 21
Quanto tempo em média você demora para ler um livro?
Depende do tamanho do livro e do meu interesse, quando eu gosto do livro nada me para, já cansei de virar noite lendo e no dia seguinte estar um caco...mas, vale a pena hehehe. Eu não costumo demorar mais de uma semana para ler um livro...
Depende do tamanho do livro e do meu interesse, quando eu gosto do livro nada me para, já cansei de virar noite lendo e no dia seguinte estar um caco...mas, vale a pena hehehe. Eu não costumo demorar mais de uma semana para ler um livro...
O Meme Literário de um mês - Dia 20
Você gosta de poesias?
(qual o seu poema favorito?)
Eu gosto de poesias, as vezes escrevo algumas, mas não tenho muito costume de ler, gosto de Cecília Meireles, a primeira poesia que eu aprendi foi dela, para um trabalho da escola.
Meu Sonho
Parei as águas do meu sonho,
para teu rosto se mirar.
Mas só a sombra dos meus olhos,
ficou por cima, a procurar...
Os pássaros da madrugada
não tem coragem de cantar,
vendo meu sonho interminável
e a esperança do meu olhar.
Procurei-te em vão pela terra,
perto do céu, por sobre o mar.
Se não chegas nem pelo sonho,
porque insisto em te imaginar?
Quando vierem fechar meus olhos,
talvez não se deixem fechar.
Talvez pensem que o tempo volta,
e que vens, se o tempo voltar.
Maaas, o meu poeta favorito é o meu Bisavó Wellington Gouvêia Lima. Infelizmente eu não sei nenhuma poesia dele de cabeça, mas assim que eu puder eu colocarei aqui.
(qual o seu poema favorito?)
Eu gosto de poesias, as vezes escrevo algumas, mas não tenho muito costume de ler, gosto de Cecília Meireles, a primeira poesia que eu aprendi foi dela, para um trabalho da escola.
Meu Sonho
Parei as águas do meu sonho,
para teu rosto se mirar.
Mas só a sombra dos meus olhos,
ficou por cima, a procurar...
Os pássaros da madrugada
não tem coragem de cantar,
vendo meu sonho interminável
e a esperança do meu olhar.
Procurei-te em vão pela terra,
perto do céu, por sobre o mar.
Se não chegas nem pelo sonho,
porque insisto em te imaginar?
Quando vierem fechar meus olhos,
talvez não se deixem fechar.
Talvez pensem que o tempo volta,
e que vens, se o tempo voltar.
Maaas, o meu poeta favorito é o meu Bisavó Wellington Gouvêia Lima. Infelizmente eu não sei nenhuma poesia dele de cabeça, mas assim que eu puder eu colocarei aqui.
O Meme Literário de um mês - Dia 19
Qual é o livro que você leu, gostou e recomenda para todo mundo ler também?
Esse é difícil, tem muitos livros que eu li, gostei e recomendo...mas nem todo mundo gosta de ler o mesmo tipo de coisa...eu falaria de cara "O Nome do Vento" que é o meu livro favorito, mas não é um livro fácil de ler, é um pouco complexo.
Acho que um livro que é bom, eu gosto e que não conheço ninguém que não goste é a Trilogia Millenium, é um ótimo livro.
Esse é difícil, tem muitos livros que eu li, gostei e recomendo...mas nem todo mundo gosta de ler o mesmo tipo de coisa...eu falaria de cara "O Nome do Vento" que é o meu livro favorito, mas não é um livro fácil de ler, é um pouco complexo.
Acho que um livro que é bom, eu gosto e que não conheço ninguém que não goste é a Trilogia Millenium, é um ótimo livro.
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